O turismo brasileiro ganhou protagonismo internacional durante a abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno Milano Cortina 2026.
De acordo com dados recentes da Visa, o Brasil consolidou-se como o terceiro país fora da Europa com maior volume de visitantes e gastos no período inicial do evento, impulsionando significativamente a economia da Itália.

O levantamento revela que o fluxo turístico internacional aqueceu setores estratégicos como comércio, alimentação e mobilidade.
Dessa forma, esses resultados reforçam como grandes eventos esportivos geram impactos diretos no bem-estar econômico das comunidades anfitriãs e no mercado de luxo global.
Continue a leitura e saiba mais sobre a presença do Brasil nos Jogos de Inverno de 2026!
Impacto econômico no norte da Itália e região de Milão
A região norte da Itália, sede oficial das competições de Milano Cortina 2026, registrou um crescimento superior a 60% no número de visitantes internacionais (portadores de cartões Visa) em comparação ao mesmo período do ano passado.
Este fenômeno evidencia o papel estratégico do turismo de inverno na movimentação financeira de:
- Redes hoteleiras e resorts de luxo;
- Gastronomia e restaurantes típicos;
- Serviços de transporte e mobilidade urbana.
O aquecimento desses setores demonstra que o investimento em infraestrutura para os Jogos não beneficia apenas os atletas, mas cria um ecossistema de hospitalidade que eleva o padrão de atendimento para o turista global.
Além do retorno imediato, a visibilidade das cidades-sede fortalece o destino para futuras temporadas, consolidando as montanhas italianas como referência em turismo de experiência.

Brasileiros no Top 5 de visitantes internacionais nos Jogos de Inverno
O interesse dos brasileiros por esportes de inverno e cultura europeia colocou o país em um ranking seleto.
Ao lado de potências como Estados Unidos, China, Canadá e Japão, o Brasil se destaca pelo alto poder de consumo e pela busca por vivências completas durante a temporada.
Principais dados de consumo na abertura dos Jogos:
- Crescimento de 60%: nas visitas de turistas de fora do continente europeu;
- Ticket Médio Elevado: turistas brasileiros apresentaram gastos expressivos em experiências gastronômicas e compras;
- Presença Marcante: o Brasil figurou entre os mercados prioritários para o setor de serviços na Itália durante o evento.
Nesse cenário, é possível observar um perfil específico de viajante brasileiro.
Aqui, o turista é sofisticado, não busca apenas assistir às competições, mas investe ativamente em lazer, gastronomia e conforto durante sua permanência no exterior.
Tendências de consumo: tecnologia e comércio
O impacto econômico foi distribuído entre a metrópole de Milão e as estâncias de esqui.
Um ponto de destaque no comportamento do consumidor foi a consolidação dos pagamentos por aproximação, refletindo uma demanda por segurança e agilidade nas transações internacionais.
Os setores que lideraram as vendas foram:
- Moda e acessórios: fortalecendo o título de Milão como capital da moda;
- Alimentação: alta demanda em restaurantes de alta gastronomia;
- Transporte: uso intenso de soluções de mobilidade para deslocamento entre as arenas.
A preferência por esses nichos confirma que o turismo de grandes eventos está intrinsecamente ligado ao consumo de bens de valor agregado
Além disso, os viajantes também priorizam a praticidade tecnológica no ato do pagamento dos serviços. Saiba mais sobre compras em viagens internacionais com a Visa.
Um legado positivo para turismo e bem-estar
Ao combinar esporte, turismo e inovação, os Jogos Olímpicos de Inverno Milano Cortina 2026 deixam um legado que vai além das competições.
O evento fortalece as economias locais, incentiva viagens internacionais e promove experiências que unem lazer, cultura e qualidade de vida.
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Fontes: Visa, Marqueterie
















