A digitalização dos destinos turísticos e a consolidação dos chamados Destinos Turísticos Inteligentes (DTI) deixaram de ser uma tendência para se tornarem o motor do turismo corporativo moderno.
Ao integrar tecnologia de ponta, análise de dados e governança colaborativa, diversas cidades estão transformando viagens de negócios em jornadas previsíveis, eficientes e altamente estratégicas.

No Brasil, o modelo de DTI é impulsionado por diretrizes do Ministério do Turismo, conectando inovação tecnológica e sustentabilidade para qualificar a experiência de quem viaja a trabalho.
Continue a leitura e descubra como essa transformação digital cria oportunidades reais para empresas e destinos ao longo do ano!
O que é o mercado de Smart Tourism?
O Smart Tourism, ou turismo inteligente, é um ecossistema que utiliza o suporte de tecnologias avançadas, como Big Data, Inteligência Artificial e IoT, para transformar dados em soluções práticas para viajantes e gestores.
Diferentemente do turismo tradicional, o foco aqui é a interatividade e a conectividade em tempo real.
Um destino inteligente não apenas oferece Wi-Fi gratuito.
Ele utiliza sensores para monitorar o tráfego, aplicativos para personalizar roteiros e plataformas integradas que permitem ao turista corporativo resolver tudo, do check-in ao reembolso de despesas, na palma da mão.
Assim, o objetivo final é a eficiência máxima e a sustentabilidade do destino. Conheça mais sobre os destinos inteligentes no Brasil.

O mercado global de Smart Tourism em números
Este movimento acompanha a expansão global do setor.
De acordo com a Fortune Business Insights, o mercado mundial de turismo inteligente foi estimado em US$813 milhões em 2025 e projeta ultrapassar a marca de US$930 milhões já em 2026.
Esse crescimento reflete investimentos massivos em:
- Mobilidade inteligente: redução de gargalos no trânsito urbano
- Gestão de destinos: uso de dados para prever ocupação e demanda
- Experiência do viajante corporativo: serviços personalizados via mobile
Essas cifras revelam que o Smart Tourism deixou de ser um conceito abstrato para se tornar um requisito de competitividade.
Em 2026, destinos que não investem em infraestrutura baseada em dados perdem espaço na captação de grandes eventos e na retenção de empresas que buscam, acima de tudo, previsibilidade e fluidez em suas operações globais.
Digitalização em viagens corporativas
Para o gestor que lida com orçamentos enxutos e cronogramas rígidos, o sucesso das viagens corporativas hoje depende de três pilares:
- Conectividade;
- Previsibilidade;
- Integração.
A aplicação de tecnologias digitais permite que as lideranças tomem decisões baseadas em evidências, garantindo fluxos muito mais ágeis e seguros para os colaboradores.
No cenário nacional, programas federais e o apoio do Sebrae fortalecem o uso de plataformas integradas.
Isso melhora o planejamento estratégico das empresas e o relacionamento direto com todo o ecossistema turístico.
Como a tecnologia impulsiona os destinos inteligentes
A adoção de tecnologias como Inteligência Artificial (IA), IoT e Big Data permite o monitoramento de fluxos em tempo real. Para quem gere o turismo de negócios, os ganhos são diretos:
- Otimização da mobilidade: melhores rotas e transportes durante grandes congressos
- Gestão hoteleira eficiente: maior controle de disponibilidade e tarifas dinâmicas
- Personalização de experiências: roteiros adaptados ao perfil de cada convenção ou evento
Na prática, esse investimento tecnológico elimina os pontos de atrito que historicamente encarecem o business travel.
Ao transformar cidades em plataformas de dados vivos, os destinos inteligentes permitem que as empresas reduzam desperdícios operacionais e ofereçam uma experiência de viagem mais produtiva e integrada às exigências do mercado.
Gestão Integrada: eficiência de ponta a ponta
Para o tomador de decisão, a digitalização vai além da infraestrutura urbana: ela ataca a raiz da ineficiência na gestão interna.
Com ferramentas especializadas, é possível garantir visibilidade total sobre custos e processos, transformando despesas em investimento estratégico.
Um exemplo prático é a Payfly, marketplace especializado em gestão de despesas e viagens corporativas.
Para eliminar fricções operacionais e aumentar a transparência de dados, a plataforma utiliza automação financeira de ponta.
De acordo com Humberto Cançado, CEO da Voetur Viagens, a digitalização de destinos amplia o leque de oportunidades para o setor:
“A adoção de tecnologias baseadas em dados permite criar jornadas mais fluidas, personalizadas e alinhadas aos objetivos das empresas. Destinos inteligentes passam a oferecer um ambiente mais preparado para receber eventos, convenções e viagens corporativas de forma estratégica”, afirma.
Um novo patamar estratégico para este ano
Neste ano, a combinação entre inovação e gestão integrada posiciona o turismo corporativo como um vetor essencial de desenvolvimento econômico.
Por essa razão, cidades que investem em inteligência e empresas que adotam soluções digitais integradas saem na frente, garantindo vantagem competitiva e maior controle sobre o ROI das viagens.
Nesse cenário de transformação, contar com parceiros que dominam a tecnologia é o divisor de águas.
Com foco em inteligência e praticidade, o dfolga.com garante que sua gestão de viagens esteja sempre um passo à frente, conectando sua empresa ao que há de mais moderno no setor.
A era dos dados chegou para tornar o setor mais maduro, sustentável e, acima de tudo, eficiente. Sua empresa está pronta para o próximo embarque?
Fontes: Voetur Viagens
















